Descrição

A Origem e Significado do Emblema da Bíblia Peshitta em Português

Quando o trigo está verde, seu talo e espigas permanecem erguidos, mas ao amadurecer e estar pronto para ser trilhado, a espiga se dobra devido ao peso do grão, indicando a maturidade ideal para a colheita.

Isto é figura do cristão: quando está verde (imaturo) está erguido, orgulhoso, autossuficiente, mas quando amadurece se dobra, isto é, tem dado fruto, tem-se humilhado e há rendido seu coração, e está pronto para agradar a seu Senhor.

Esta é a origem e significado do emblema da Bíblia Peshitta em Português. Na atual edição em português se desenhou uma coroa com o vocábulo Peshitta em caracteres aramaicos, bem como as espigas dobradas.


Bíblia Peshitta em Português – Texto Fonte de Tradução

Os textos-fonte utilizados para a tradução desta obra foram dois textos-base regularmente conhecidos como o texto oriental da Peshitta do A.T. e do N.T. Estes textos atuais (1846 N.T. e 1852 A.T.) são uma recopilação em Mosul, Iraque, Urmia e Irã, realizada por missionários britânicos, dos manuscritos mais antigos da Peshitta:

  • Ketava d’Diateke Hadta d’Maran Yeshu Mshirra (Escritura do Novo Pacto de Nosso Senhor Jesus Cristo), conhecido como Texto de Urmia do Novo Testamento, compilado pela “Missão Protestante aos Assírios” e publicado em 1846 na cidade de Urmia.
  • Ketava Qadisha d’Diateke Atikta (Escritura Sagrada do Antigo Pacto) para o Antigo Testamento de 1852. Foram publicados pela Sociedade Bíblica Trinitariana. Londres, 1846, 1852. Ambos os textos se conhecem como o Texto Oriental da Peshitta.
  • Para porções ausentes do Texto Peshitta do Antigo Testamento, nos baseamos na Bíblia Hebraica Stuttgartensia, derivada do Manuscrito de Leningrado. Verkleinerte Augabe 1984, 1966, 1977, 1983. Deutsche Bibelgesellschaft Stuttgart, Alemanha.

Cremos que os textos-base que escolhemos são os mais confiáveis e preservados, já que a dita recopilação foi baseada em manuscritos muito antigos e fiéis, conservados principalmente no Museu Britânico de Londres, na Biblioteca Ambrosiana de Milão, e diversas bibliotecas e museus em Israel, Holanda, no Vaticano, Irã, Iraque, Síria e Líbano.